Restaurante-Escola forma sua 11ª turma

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Depois de sete meses de aprendizado e treinamento, a 11ª turma de alunos do projeto Restaurante-Escola se formou. A cerimônia aconteceu no dia 23 de junho de 2009, na Câmara Municipal de São Paulo, e contou com a presença de representantes das entidades envolvidas na iniciativa.

O projeto existe há cinco anos e meio e visa capacitar jovens em situação de vulnerabilidade social para o ingresso no mercado de trabalho da alta gastronomia, para atuarem em atendimento de salão, bar e cozinha.

Para o coordenador de Responsabilidade Social da Universidade Anhembi Morumbi, Maurício Homma, o projeto é “extremamente relevante, pois além de ser uma oportunidade privilegiada para uma população de jovens provenientes de famílias de baixa renda, possibilita sua iniciação no mercado de trabalho com uma qualificação que lhes proporciona perspectivas de excelente desenvolvimento profissional.”

 Alunos comemoram a formatura
Alunos comemoram a formatura

 

O projeto é organizado, gerenciado e operacionalizado pela Fundação Jovem Profissional, que também é responsável pelo atendimento direto e pelo processo de aprendizagem no serviço do restaurante. Além disso, a iniciativa conta outros parceiros, como a Universidade Anhembi Morumbi, a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), o Projeto Nós do Centro, a União Europeia e a Secretaria Municipal do Trabalho.

A Universidade é responsável pelas aulas teóricas, que são desenvolvidas por professores do curso de Gastronomia e que acontecem nas instalações do Restaurante-Escola, na Câmara Municipal, ou nas cozinhas dos ambientes de aprendizagem da Anhembi Morumbi.

Maurício Homma explica que a participação da Instituição em iniciativas como o Restaurante-Escola é uma forma de reforçar a preocupação da Universidade com ações de responsabilidade social, “colocando os seus conhecimentos acumulados a serviço do bem público e da equidade social”, diz. “Ao mesmo tempo, isso permite que alunos e professores relacionem o conhecimento acadêmico a situações de práticas efetivas e ainda se conscientizem de que suas formações profissionais também se complementam pelo desenvolvimento da sociedade e pelo benefício ao bem comum”, completa.