Prof. Paulo Vadas, diretor de Graduação Executiva, produz o artigo: “Contabilista: o profissional da vez”

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O novo milênio começou com a forte aceleração do processo de globalização, processo esse que vem promovendo o comércio entre as nações de uma forma jamais antes experimentada. Dentre os aspectos que mais caracterizam os negócios internacionais se encontra a globalização dos mercados financeiros e a constante abertura de empresas à esses mercados (IPOs).

A necessidade de garantias dos princípios de governança, como forma de assegurar aos investidores a confiança necessária em relação aos investimentos que fazem mundo afora, fez com que vários países, o Brasil incluído, adotassem os padrões internacionais de contabilidade financeira (IFRS, na sigla inglesa), bem como os padrões de processos e procedimentos determinados pela Sarbanes Oxley Act (Lei americana que visa dar maior transparência às atividades financeiras das empresas de capital aberto e aplicar sanções àquelas que de alguma forma possam prejudicar seus investidores utilizando relatórios que não condizem com a realidade, quando não relatórios fraudulentos).

Esse movimento de reformas internacionais nas exigências dos demonstrativos financeiros de acordo com os padrões contábeis internacionais chegou ao Brasil. A nova lei contábil brasileira, No. 3741/00, recém sancionada pelo Presidente Lula, obriga a publicação dos demonstrativos financeiros individuais de acordo com os padrões internacionais já em 2008.

De acordo com o jornal Gazeta Mercantil (3/1/2008) “para o presidente do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon), Francisco Papellás Filho, a pressa das empresas para se enquadrar às novas regras vai provocar uma corrida por profissionais especializados em contabilidade internacional. “Não vai ter contador suficiente para atender a demanda”, prevê. “Não há profissionais formados em número suficiente para conduzir essa transição com tranqüilidade”, concorda Vânia, do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores”.

O Bureau of Labor Statistics dos Estados Unidos já projeta um crescimento de 22% na demanda por profissionais da área contábil, até o ano de 2012, concluindo que a elevada demanda por contabilistas significa estabilidade na carreira, melhores salários e oportunidades de posição na hierarquia das empresas. Hoje, o contabilista passou da posição de guarda livros para uma posição estratégica.

Ciente dessa situação, o curso de Ciências Contábeis da Graduação Executiva da Universidade Anhembi Morumbi já passou por uma revisão completa, adotando os princípios e os padrões internacionais de contabilidade, modernizando seu conteúdo e garantindo que seus formandos possam atuar com os conhecimentos de ponta do setor.

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Autoria de Prof. Paulo Vadas, diretor de Graduação Executiva