Diretor da Escola de Ciências da Saúde da Anhembi Morumbi participa de simpósio internacional

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SérgioTimerman fala sobre o futuro da ressuscitação cardiopulmonar em evento realizado pela rede Laureate na Universidade Latina da Costa Rica

“Como será a ressuscitação cardiopulmonar em 2010, o que pode e deve mudar?”. Esse foi tema da palestra ministrada pelo Dr. Sérgio Timerman, diretor da Escola de Ciências da Saúde e Medicina da Universidade Anhembi Morumbi, durante o Simpósio Centro Americano de Novas Tendências em Saúde, organizado pela rede Laureate neste mês  na Costa Rica, Honduras e Panamá.

Durante o evento, especialistas do México, Estados Unidos, Brasil, Costa Rica e Chile discutiram as novas contribuições do exercício das Ciências da Saúde para a comunidade médica. Foram abordados temas como a saúde global e seu impacto sobre a educação médica em ciências da saúde, ressuscitação cardiopulmonar, esclerose múltipla, câncer gástrico e de terapia manual e função do sistema nervoso.

Cerca de 95% das vítimas do ataque cardíaco morrem antes de chegar a um hospital. Após os três primeiros minutos de um ataque cardíaco, cada minuto extra sem assistência especializada diminui as chances de sobrevida do paciente entre 7% e 10%.  Nesse período crítico, morrem 1,9 milhão de neurônios por minuto. “Portanto, saber como proceder nestas horas pode salvar uma vida”, diz Timerman, membro da American Heart Association.

 As técnicas de ressuscitação cardiopulmonar – que se resumem a massagens torácicas – ajudam a manter o fluxo sanguíneo pelo coração e cérebro e aumentam a janela de tempo em que o socorro de um desfibrilador (um equipamento que obriga o coração a se contrair, por meio de fortes descargas elétricas) pode ter sucesso.