Centro de Treinamento e Simulação em Ciências da Saúde ganha Prêmio Santander Universidades 2010

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A Anhembi Morumbi foi reconhecida como uma das instituições de ensino superior que mais investiram em infraestrutura, a fim de buscar a melhoria na qualidade do ensino e na formação dos estudantes.

Esse reconhecimento garantiu ao Centro de Treinamento e Simulação em Ciências da Saúde a conquista do Prêmio Santander Universidades 2010, na categoria Guia do Estudante – Destaques do Ano. “O prêmio é o reconhecimento da busca constante pela excelência em formação superior da Anhembi Morumbi, que sempre foi reconhecida por seu pioneirismo nos rumos da educação brasileira”, afirma o Reitor Gabriel Mário Rodrigues.

“O Centro de Simulação em Saúde recebeu investimentos de R$ 10 milhões e é hoje referência na América Latina. O prêmio reforça o posicionamento da Universidade em trazer ao Brasil tecnologia de ponta aliada às melhores práticas internacionais no ensino da saúde”, completa o vice-reitor e CEO Ricardo Grau.

 O Reitor Gabriel Mário Rodrigues durante a premiação
O Reitor Gabriel Mário Rodrigues durante a premiação

 

Inovação no ensino da saúde
A Universidade foi a primeira instituição de ensino superior privada a incluir a simulação na metodologia de ensino desde o primeiro semestre. Essa estrutura é utilizada por todos os cursos da Escola de Ciências da Saúde, permitindo o aprendizado integrado entre as especialidades.

Nos espaços, os alunos conseguem simular toda a rotina de um hospital, com seus leitos e monitores para visualização das condições do paciente. A postura e desempenho dos alunos no manejo do paciente e diante de uma situação crítica são observados pelos professores através de um vidro unidirecional e suas atuações podem ser gravadas para discussão posterior em grupo.

A Anhembi Morumbi também foi a primeira a importar o primeiro manequim wireless, o SimMan 3G. O equipamento, composto de hardware e softwares, é um manequim computadorizado, programado para simular várias reações humanas, entre elas, choro, convulsões, transpiração e alteração das pupilas. Esses recursos permitem aos alunos manipularem um paciente robô, sem incorrer em erro médico, até que atinjam a perfeição nos procedimentos.

Outra ferramenta de ensino inédita no Brasil trazida pela Universidade é o body painting, método de pintura corporal temporária utilizado nas aulas de morfologia e sistemas de todos os cursos da Escola de Ciências da Saúde. Com a aplicação da pintura de sistemas específicos sobre o corpo de modelos vivos, junto com uma projeção em movimento do sistema que estão estudando, os alunos visualizam a anatomia humana de acordo com a sua proporção.

Todos esses recursos tecnológicos a favor do aprendizado resultaram na obtenção deste prêmio. “A conquista reflete a consolidação de proposta de ensino diferenciada no ensino de saúde, comprometida em oferecer o que há de mais avançado em infraestrutura, além de um corpo docente do mais alto nível”, comenta Josiane Tonelotto, Pró-reitora Acadêmica.