Aluna do curso de Direito participa de estágio no Superior Tribunal de Justiça de Brasília

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Vania Eustaquia Ferreira Lima, aluna do 5º ano de Direito, foi uma das três selecionadas do estado de São Paulo para participar do 9º Estágio Não-Remunerado do Superior Tribunal de Justiça de Brasília (STJ), que aconteceu entre os dias 26 de julho e 2 de agosto de 2008.

O estágio é destinado ao aperfeiçoamento e aprimoramento dos estudantes do curso de Direito de universidades de todo o País e é composto por aulas práticas in loco nos diversos departamentos por onde tramitam processos oriundos dos estados brasileiros.

Esse estágio para a aluna da Anhembi Morumbi teve grande relevância, já que cada seção ou coordenadoria do STJ tem uma tramitação de aproximadamente 5 mil processos por mês. “Aprendemos muito nesses cinco dias de prática. Além disso, conhecemos muitas curiosidades, como a solicitação de Hábeas Corpus (HC) em papel de lanches e de pão, presos que pedem HC e são apreciados com a mesma seriedade que as solicitações redigidas por renomados advogados, entre tantas outras”, conta a aluna.

 Estagiários de todo o País tiveram a oportunidade de conhecer os trabalhos do STJ
Estagiários de todo o País tiveram a oportunidade de conhecer os trabalhos do STJ

 

Além disso, durante o estágio, os estudantes entraram em contato com processos de grande importância. “Tivemos a oportunidade de manusear, discutir e até propor decisões para muitos processos que tomamos conhecimento pela mídia.”, completa.

Os estudantes visitaram também a sede da Procuradoria Geral da República, onde está instalado o Ministério Público Federal e tiveram a oportunidade de assistir a palestras sobre o papel do advogado na cidadania do País, a responsabilidade do MP federal e sobre o que a corte faz para exercer a justiça no Brasil. E os estagiários também foram colocados à disposição de um ministro, a fim de cooperar na preparação dos trabalhos de reinício das atividades no STJ e STF, que estavam em recesso. “O meu grupo auxiliou o ministro Hamilton Carvalhido e participou da reabertura dos trabalhos no STF. Os trabalhos demoraram cerca de duas horas, desde os preparativos, leitura dos processos, votação, leitura de decisões e encerramento”, finaliza.