Aluno de Publicidade e Propaganda é bicampeão paralímpico

12h00

O aluno do quarto semestre de Publicidade e Propaganda, William Tsukiyama Martão, conquistou a medalha de prata na bocha, classe BC 2, nos 2os Jogos Paralímpicos Universitários 2017.

Neste ano, cerca de 400 atletas de sete modalidades disponíveis participaram da competição organizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU). O evento esportivo foi realizado de 26 a 30 de julho, em São Paulo, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, localizado na Rodovia dos Imigrantes.

A disputa de bocha, na qual William foi o segundo colocado, aconteceu no final de julho, no Centro Paralímpico Brasileiro, que fica na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo, e contou com representantes de diversos Estados.

Esta é a segunda medalha de prata do estudante William, que treina pela Associação Desportiva para Deficientes-ADD. Nos Jogos de 2016, ele também ficou com o segundo lugar.

O aluno William Martão, ganhador da medalha de prata, representando a Anhembi Morumbi

De acordo com o atleta, até o final do curso, ou seja, enquanto for universitário, ele espera subir no posto mais alto do pódio.

“Passei as férias treinando quatro vezes por semana e disputando amistosos. Mas valeu a pena, o negócio é continuar treinando que o ouro chega”, destaca o futuro publicitário.

A sonhada medalha dourada pode vir já em outubro próximo, quando William disputará o Campeonato Paulista por equipes, em Suzano. Estreante no torneio, a ADD compete na segunda divisão da modalidade e precisa chegar entre os três primeiros lugares para subir de divisão.

O medalhista William Martão e seu treinador Panda Sene

A bocha –  esporte de nosso medalhista 

A bocha, um esporte popular no sul do país, ainda é pouco conhecida no resto do Brasil. No jogo, que pode ser disputado por trios, duplas ou individualmente, o objetivo principal é deixar o maior número de bolas perto da bola branca.

Nas disputas paraolímpicas, os atletas usam cadeiras de rodas e têm o objetivo de lançar as bolas coloridas o mais perto possível de uma branca (jack ou bolim). É permitido usar as mãos, os pés, instrumentos de auxílio e até ajudantes no caso dos atletas com maior comprometimento dos membros.